‘Vantagens’ de R$ 415 milhões escapam do teto

É quanto o Executivo pagou em janeiro sem se sujeitar ao teto


Cláudio Humberto | Diário do Poder

Apesar da crise que gerou 12,3 milhões de desempregados, o governo federal pagou, só em janeiro, R$415,9 milhões em “verba indenizatória” ou “vantagens eventuais” a servidores. Com a adoção da malandragem que não considera esses ganhos para efeito do teto constitucional, só um professor da Universidade Federal de Viçosa pôs no bolso mais de R$ 143 mil, o quádruplo de um ministro do Supremo Tribunal Federal. 


É quanto o Executivo pagou em janeiro sem que valores se sujeitem ao teto constitucional

Foram 555.426 funcionários federais beneficiados com algum tipo de vantagem ou verba. O número equivale a 94,5% do total de servidores.

Em média, cada um dos servidores do governo federal recebe R$750 a mais, em seus salários, livres de quaisquer descontos.

O gasto com “vantagens” foi estimado em R$5,4 bilhões em 2017, mais que a soma dos orçamentos do Senado e Supremo Tribunal Federal.


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