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Nova fase de Acrônimo investiga OAS, Pimentel e seu chefe de gabinete civil

Governador mineiro, OAS e 2 empresas de consultoria são alvos


Diário do Poder

A Polícia Federal deflagrou na primeira hora da manhã desta sexta-feira (23) a 9ª da Operação Acrônimo, que investiga irregularidades envolvendo a eleição do atual governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Nesta fase, investiga-se o relacionamento de Pimentel com a empreiteira OAS. A operação mobiliza grande número de policiais sobretudo em Brasília, onde são cumpridos ao menos dois mandados. 


Fernando Pimentel e seu chefe da Casa Civil, Marco Antônio Teixeira, são alvos da Acrônimo.

Nesta 9ª fase, um dos principais alvos é o secretário-chefe da Casa Civil do governo mineiro, Marco Antônio Teixeira. Contra e seu sócio, Paulo Moura Ramos, atual presidente da Prodemge, foram expedidos mandados de condução coercitiva e de busca e apreensão.

Também são alvos pessoas ligadas às empresas de consultoria MOP e OPR, de Minas Gerais. Não há mandados de prisão.

A Operação Acrônimo começou com a prisão de um grupo de pessoas que desembarcava em Brasília, em um avião particular, logo após o término da campanha que elegeu Pimentel governador. Aparentemente, a PF "atirou no que viu e acertou no que não viu", como diz o adágio popular.

Um dos detidos naquele avião era Benedito Rordrigues de Oliveira Neto, o Bené, empresário do ramo gráfico conhecido por suas ligações aos governo Lula e Dilma, nos quais obteve contratos milionários. Bené já era conhecido também da crônica do poder politico petista, por atuar no financiamento na primeira campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT), cujo comitê de campanha alugou às próprias expensas.

Bené foi solto, mas acabaria preso novamente em abril deste ano, quando decidiu fechar acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Suas revelações deramum novo impulso à Operação Acrônimo.



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