Fogo no barril

Coluna Esplanada
Por Leandro

Com maioria na composição, a base governista vai tentar esvaziar a CPI da Petrobras no Senado, sobre a suposta compra superfaturada da refinaria em Pasadena (Texas). A oposição vai questionar a atuação do conselho administrativo e a responsabilidade criminal com dinheiro público, visando o indiciamento e até a devolução dos jetons recebidos durante 2006, o ano do contrato. Foram pagos US$ 3 milhões a nove conselheiros e sete diretores. Os executivos eram:


José Sérgio Gabrielli, 
Almir Barbassa (Financeiro), 
Ildo Sauer (Gás), 
Guilherme Estrella (Exploração), 
Paulo Costa (Abastecimento), 
Nestor Cerveró (Internacional) e 
Renato Duque (Serviços).

Patotinha. Os conselheiros de 2006 eram:

Dilma Rousseff, 
Silas Rondeau, 
Guido Mantega, 
José Gabrielli, 
Gleuber Vieira, 
Arthur Sendas, 
Roger Agnelli, 
Fábio Barbosa, 
Jorge Gerdau, e
Erenice Guerra.

Ôh, da prateleira!. Gabrielli era o então presidente da estatal; Dilma, presidente do conselho; Agnelli, o homem da Vale. Fica o mistério: o que Sendas, o homem dos supermercados, fazia ali.

Ela, de novo. Quem também figurava no Conselho Fiscal da Petrobras em 2006 era Erenice Guerra, braço da então chefe da Casa Civil, Dilma, demitida em 2010 por suspeita de lobby.

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